Entãããoooo... o luto passou.
Curioso como são as coisas, né?
Estou desde janeiro falando sobre esperar, esperar. E realmente... foi em março que acabou a espera. Tudo que eu queria fazer eu tô fazendo, ocupando meu dia, e isso tá me fazendo muito bem! Claro, estou fazendo coisas que gosto.
É muito bom olhar pra trás e perceber como sua decisão foi a melhor pra vc, e é muuito bom olhar pro agora e dizer: ESTOU TÃO SATISFEITA!
Ahhh, essas últimas semanas foram muitíssimo importantes pra mim! Eu estou mesmo percebendo todas as coisas que eu quero manter na minha vida. Tô redescobrindo minhas paixões, percebendo que certos sonhos já não se aplicam mais e que outros estão surgindo... e com isso, começo a delinear meu futuro. Ainda não dá pra decidir direito, mas já sei muito mais o que eu quero, a linha que vou procurar.
E os últimos dias... ahhh, os últimos dias foram reveladores! Eu andei percebendo certas coisas da minha essência, de como Aileen Daw realmente tem tudo a ver comigo.
A síntese de tudo? Estou muito feliz! Tenho pendências, tenho coisas a resolver, fato! Estou ainda um pouco perdida e não vou resolver isso tãão em breve assim. Mas a tristeza passou, toda aquela impaciência dos dois últimos meses passou. Estou seguindo agora o que acredito ser o caminho certo pra mim. Pelo menos o caminho certo do momento!
Claro, sempre tentando entender os motivos pelos quais algo acontece na sua vida. Mas chegou a hora de "mudar de fase do jogo": tudo vai melhorar! =D
quinta-feira, 31 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Sobre dor e aceitação II
Hm... tava pensando que o título do meu post passado nem teve tããão a ver assim com o que eu falei. Na verdade, eu comecei o post pensando em escrever uma coisa, e depois acabei fluindo pra outra e nem mudei o título.
Falei de dor, mas não falei de aceitação. Então, falemos da aceitação.
Sei lá, eu fico pensando em várias coisas quando vou observando relacionamentos, meus e das outras pessoas. Fico pensando em quantas coisas a gente deixa passar por causa do sentimento, pelo tanto que gostamos daquela pessoa.
O que eu mais me perguntei nos últimos tempos foi: eu estou feliz?
E eu não sabia responder. Estranho, não? Estar com a pessoa que vc ama e não saber se está feliz.
Até que eu percebi que eu não estava feliz. Bem, estar feliz é uma coisa óbvia, então, se não está óbvio, eis a resposta! Dã, hehehe.
Eu sempre fui a favor do seguinte: se uma coisa faz mais mal do que bem, então tá na hora de mudar. E foi assim que tomei minha decisão.
Bom, ok, isso necessita de muita força, pois abrir mão de algo ou alguém de que/quem você gosta muito é extremamente difícil. Sei lá, parece que estamos arrancando uma parte de nós... só de pensar na dor disso, parece que é muito pior do que a dor de permanecer em algo que não estã te fazendo bem, por mais q vc saiba que aquilo também doi. A gente sempre espera que uma hora vai parar de doer e vai tudo acontecer como queremos pra sermos felizes.
E é aí que entra a aceitação.
Chega uma hora que a gente aceita que aquilo que queremos pra sermos felizes não vai vir da pessoa de quem gostaríamos que viesse. Que as pessoas possuem limitações, e que se a gente já esperou tanto e não aconteceu o que gostaríamos, então deve ser que não vai acontecer, mesmo.
Chega uma hora que a gente aceita que uma situação ficou no passado, e por mais que vc queira, aquilo não vai voltar, pois vc mudou, a outra pessoa mudou, as circunstâncias mudaram.
E bem... o bom de aceitar tudo isso é que traz a sensação de libertação. Vai doer mais um pouquinho... mas é extremamente importante perceber quando é hora de mudar, né?
Ok, perceber é uma coisa, ter coragem e ter força é outra. Cada um tem sua hora.
Mas aceitar sofrimento é uma coisa que eu não faço na minha vida.
E quem sabe, aceitando as mudanças, não nos abrimos para coisas ainda melhores? =)
Falei de dor, mas não falei de aceitação. Então, falemos da aceitação.
Sei lá, eu fico pensando em várias coisas quando vou observando relacionamentos, meus e das outras pessoas. Fico pensando em quantas coisas a gente deixa passar por causa do sentimento, pelo tanto que gostamos daquela pessoa.
O que eu mais me perguntei nos últimos tempos foi: eu estou feliz?
E eu não sabia responder. Estranho, não? Estar com a pessoa que vc ama e não saber se está feliz.
Até que eu percebi que eu não estava feliz. Bem, estar feliz é uma coisa óbvia, então, se não está óbvio, eis a resposta! Dã, hehehe.
Eu sempre fui a favor do seguinte: se uma coisa faz mais mal do que bem, então tá na hora de mudar. E foi assim que tomei minha decisão.
Bom, ok, isso necessita de muita força, pois abrir mão de algo ou alguém de que/quem você gosta muito é extremamente difícil. Sei lá, parece que estamos arrancando uma parte de nós... só de pensar na dor disso, parece que é muito pior do que a dor de permanecer em algo que não estã te fazendo bem, por mais q vc saiba que aquilo também doi. A gente sempre espera que uma hora vai parar de doer e vai tudo acontecer como queremos pra sermos felizes.
E é aí que entra a aceitação.
Chega uma hora que a gente aceita que aquilo que queremos pra sermos felizes não vai vir da pessoa de quem gostaríamos que viesse. Que as pessoas possuem limitações, e que se a gente já esperou tanto e não aconteceu o que gostaríamos, então deve ser que não vai acontecer, mesmo.
Chega uma hora que a gente aceita que uma situação ficou no passado, e por mais que vc queira, aquilo não vai voltar, pois vc mudou, a outra pessoa mudou, as circunstâncias mudaram.
E bem... o bom de aceitar tudo isso é que traz a sensação de libertação. Vai doer mais um pouquinho... mas é extremamente importante perceber quando é hora de mudar, né?
Ok, perceber é uma coisa, ter coragem e ter força é outra. Cada um tem sua hora.
Mas aceitar sofrimento é uma coisa que eu não faço na minha vida.
E quem sabe, aceitando as mudanças, não nos abrimos para coisas ainda melhores? =)
quinta-feira, 10 de março de 2011
Sobre dor e aceitação
Aqui estou eu, deitada na cama, numa tarde nublada, após uma chuva absuuuuuuurda, pensando em como eu queria que as coisas fossem diferentes.
Geralmente, eu prefiro esconder minha dor. Prefiro que as pessoas não vejam que eu não tô muito bem. Até porque, quase todas as vzs, eram crises passageiras.
Bom... não dessa vez.
Dessa vez tá doendo muito. E eu não quero esconder. Não quero que as pessoas achem que estou bem. Aliás, eu não estou disfarçando. Nem vou disfarçar. Não que eu saia falando por aí, mas se perguntarem, eu falo.
O chato de quando vc termina um namoro nem é exatamente o término. Principalmente se foi vc quem decidiu terminar. Se a escolha foi sua, quer dizer que vc percebeu que aquilo não estava te fazendo bem, que vc estava sofrendo e que seria melhor acabar. O chato são as pessoas que vêm falar com você: "ah, tudo vai melhorar", ou "você vai ficar bem", ou "existe alguém muito melhor, vc merece", essas coisas todas.
Cara, eu entendo que todo mundo tem a melhor intenção do mundo, mas sinceramente? EU SEI! Caramba, se eu tive forças o suficiente pra terminar uma relação mesmo gostando MUITO de alguém, é porque obviamente eu sei que é o melhor pra mim! E que sim, dói agora, mas depois não vai doer mais pq eu cortei o mal pela raiz! E me irrita muito mesmo essas pessoas com esses conselhos que eu nãããooo pediiiiiii!!!!!!!
Términos machucam. Doi muito quando vc percebe que a pessoa q vc ama não pode te dar aquilo que vc queria, q ela não é suficiente pra vc. Mas acontece, faz parte da vida. Eu aceitei isso, estou sentindo a dor agora, sentindo por inteiro, porque depois eu fico curada. Não estou revoltada, não desisti do amor (pelo contrário), não acho que vou ficar sozinha pra sempre. Só preciso chorar, porque nesse momento, foi triste aceitar isso.
Sério, quer ser um bom amigo nessas horas? Me faça rir, me dê seu ombro pra chorar, mas não precisa falar nada. Ou apenas concorde: "é, foi o melhor q vc fez mesmo". Sem conselhos, sem palavras de motivação. Não preciso disso, não quero isso. Só quero alguém pra me apoiar e estar do meu lado.
Obrigada aos que têm feito isso! =)
Geralmente, eu prefiro esconder minha dor. Prefiro que as pessoas não vejam que eu não tô muito bem. Até porque, quase todas as vzs, eram crises passageiras.
Bom... não dessa vez.
Dessa vez tá doendo muito. E eu não quero esconder. Não quero que as pessoas achem que estou bem. Aliás, eu não estou disfarçando. Nem vou disfarçar. Não que eu saia falando por aí, mas se perguntarem, eu falo.
O chato de quando vc termina um namoro nem é exatamente o término. Principalmente se foi vc quem decidiu terminar. Se a escolha foi sua, quer dizer que vc percebeu que aquilo não estava te fazendo bem, que vc estava sofrendo e que seria melhor acabar. O chato são as pessoas que vêm falar com você: "ah, tudo vai melhorar", ou "você vai ficar bem", ou "existe alguém muito melhor, vc merece", essas coisas todas.
Cara, eu entendo que todo mundo tem a melhor intenção do mundo, mas sinceramente? EU SEI! Caramba, se eu tive forças o suficiente pra terminar uma relação mesmo gostando MUITO de alguém, é porque obviamente eu sei que é o melhor pra mim! E que sim, dói agora, mas depois não vai doer mais pq eu cortei o mal pela raiz! E me irrita muito mesmo essas pessoas com esses conselhos que eu nãããooo pediiiiiii!!!!!!!
Términos machucam. Doi muito quando vc percebe que a pessoa q vc ama não pode te dar aquilo que vc queria, q ela não é suficiente pra vc. Mas acontece, faz parte da vida. Eu aceitei isso, estou sentindo a dor agora, sentindo por inteiro, porque depois eu fico curada. Não estou revoltada, não desisti do amor (pelo contrário), não acho que vou ficar sozinha pra sempre. Só preciso chorar, porque nesse momento, foi triste aceitar isso.
Sério, quer ser um bom amigo nessas horas? Me faça rir, me dê seu ombro pra chorar, mas não precisa falar nada. Ou apenas concorde: "é, foi o melhor q vc fez mesmo". Sem conselhos, sem palavras de motivação. Não preciso disso, não quero isso. Só quero alguém pra me apoiar e estar do meu lado.
Obrigada aos que têm feito isso! =)
terça-feira, 8 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
As faces do Amor II
“Todos os atos de Amor e Prazer são meus rituais”, diz a Deusa.
Acho que ela quer me mostrar cada vez mais faces diferentes do Amor.
Um Amor egoísta, um ciumento, um compreensivo, um carinhoso. Um Amor que não precisa de nada, somente de sentir. Um Amor que entende e perdoa, que não consegue se desligar. Amor próprio. Amor de amigo, amor de amante, amor por algo… poxa, é Amor demais.
Nem todos eu consigo compreender. Penso nos amores da minha vida… cada qual com sua partezinha especial, que não demonstram talvez da forma que gostaríamos, mas que, ainda assim, amam.
Amor pode ser complicado, né? É um sentimento que prende. É, eu acho, uma das formas da esperança. Quando você ama, sempre espera algo melhor, mudanças, reviravoltas. Amor faz a gente rir, chorar, sofrer. Amor, às vezes dói. Dói muito, mas a gente continua ali.
Amor faz a gente falar um monte de coisas e depois achar que exagerou… pra depois repensar e achar que talvez não…
E eu me pergunto. Amor, por si só, é suficiente? Quanto deveríamos nos esforçar por Amor? Até que ponto é um esforço tão grande que acaba não sendo natural?
Eu penso, e penso, e concluo alguma coisa. Aí depois, algo aparece, uma situação alheia, uma mensagem, e me faz repensar tudo, e achar que as minhas conclusões são infundadas. Depois eu mudo de novo, e penso e repenso, e não defino nada.
Mas eu ando percebendo cada vez mais que existe uma coisa extremamente importante em relação ao Amor: ele precisa ser nutrido e cuidado, preenchido. O Amor, para continuar vivendo, precisa de carinho, de paixão, de presença. Caso contrário… uma hora ele vai acabar morrendo.
E se tudo que restar dele forem lembranças… será que é suficiente?
Aileen Daw
06/03/2011
Agradecimentos a Naelyan Wyvern que me ajudou com as reflexões pro fim desse post =)
Post também no Tumblr
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Esperar, esperar, esperar...
Hum... faz um tempinho que não venho falar sobre meus pensamentos, né?
Janeiro foi um mês muito... movimentado dentro da minha cabeça.
Eu decidi algumas coisas que eu quero que aconteçam, mas parece que a lição da vez é essa: Esperar. Paciência. Coisa que eu nunca, NUNCA gostei. Ahh, como eu odeio esperar! E é justamente essa ansiedade que já me fez estragar certas situações, mas... poxa, quando eu decido alguma coisa, eu quero aquilo AGORA! Depois... não, depois não serve!
Aí eu decidi que quero fazer aula de canto e de dança na Belas Artes. Mas só começa em março.
Aí eu decidi que quero fazer estágio no CRAM. Mas só começa em março.
Aí eu decidi que preciso resolver algumas coisas. Mas só vou poder começar a ver isso no final de fevereiro.
Aí eu fui e paguei meu RPD, feliz, mas até isso os Deuses resolveram que é pra eu esperar.
Ô, caramba, que saco.
Fora que tem certas coisas que a distância atrapalha muito. Quanto mais longe, mais eu penso, mais eu penso bobeira. Mais eu começo a achar impecilhos pras coisas, mais eu começo a achar que vai dar tudo errado... e o pior é que não tem jeito de resolver longe. Que saco, viu.
Só sei que eu tô louca pra esse mês chegar ao fim. A última semana de fevereiro já vai ser melhor, porque pelo menos posso fazer as inscrições no Belas Artes. Nem preço eu consegui saber, porque ninguém atende o telefone naquele lugar. Saco, viu!
Mas pelo menos eu estou mais otimista. Passei o mês de janeiro mais triste com todas as dúvidas, mas agora em fevereiro comecei a agir da maneira que posso. Programando um pouquinho do que posso (outra coisa que eu odeio é não conseguir programar as coisas), um mini pouquinho que dá pra eu resolver agora. E vou mexendo meus pauzinhos nas coisas que dá.
Engraçado né, eu não senti nada de especial na virada do ano, e fui sentir só perto de Imbolc. Definitivamente, meu ano gira com a Roda Wiccaniana.
Mas que é chato quando você define as coisas que quer e não pode fazê-las na hora, é. Mas fazer o quê?
Só esperar.
Janeiro foi um mês muito... movimentado dentro da minha cabeça.
Eu decidi algumas coisas que eu quero que aconteçam, mas parece que a lição da vez é essa: Esperar. Paciência. Coisa que eu nunca, NUNCA gostei. Ahh, como eu odeio esperar! E é justamente essa ansiedade que já me fez estragar certas situações, mas... poxa, quando eu decido alguma coisa, eu quero aquilo AGORA! Depois... não, depois não serve!
Aí eu decidi que quero fazer aula de canto e de dança na Belas Artes. Mas só começa em março.
Aí eu decidi que quero fazer estágio no CRAM. Mas só começa em março.
Aí eu decidi que preciso resolver algumas coisas. Mas só vou poder começar a ver isso no final de fevereiro.
Aí eu fui e paguei meu RPD, feliz, mas até isso os Deuses resolveram que é pra eu esperar.
Ô, caramba, que saco.
Fora que tem certas coisas que a distância atrapalha muito. Quanto mais longe, mais eu penso, mais eu penso bobeira. Mais eu começo a achar impecilhos pras coisas, mais eu começo a achar que vai dar tudo errado... e o pior é que não tem jeito de resolver longe. Que saco, viu.
Só sei que eu tô louca pra esse mês chegar ao fim. A última semana de fevereiro já vai ser melhor, porque pelo menos posso fazer as inscrições no Belas Artes. Nem preço eu consegui saber, porque ninguém atende o telefone naquele lugar. Saco, viu!
Mas pelo menos eu estou mais otimista. Passei o mês de janeiro mais triste com todas as dúvidas, mas agora em fevereiro comecei a agir da maneira que posso. Programando um pouquinho do que posso (outra coisa que eu odeio é não conseguir programar as coisas), um mini pouquinho que dá pra eu resolver agora. E vou mexendo meus pauzinhos nas coisas que dá.
Engraçado né, eu não senti nada de especial na virada do ano, e fui sentir só perto de Imbolc. Definitivamente, meu ano gira com a Roda Wiccaniana.
Mas que é chato quando você define as coisas que quer e não pode fazê-las na hora, é. Mas fazer o quê?
Só esperar.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Sobre sonhos
Sabe, eu ando pensando (ooh que novidade =P).
Em 1999, eu descobri minha paixão por golfinhos. Isso virou meu sonho.
Em 2000, eu decidi que ia fazer veterinária e me especializar em algo marinho pra poder trabalhar com eles.
Em 2004, passei no vestibular e fui morar em BH. Passei 5 anos e meio na faculdade, por vezes me esquecendo do motivo inicial de tudo e pensando em outros caminhos.
Em 2008, eu descobri o quanto eu gosto de reprodução. E também o meu gosto enorme por resgate e reabilitação.
Em 2009, eu decidi unir minhas paixões, golfinho e reprodução.
Em 2010, eu passei no mestrado e vim morar longe de muita gente importante pra mim por causa dessas paixões. Acabei decidindo que ia ficar com a reprodução e deixar os golfinhos pra lá.
Em 2011...
Eu não sei mais se trabalhar com golfinhos continua sendo meu sonho.
Eu não sei mais se trabalhar com resgate e reabilitação vai me dar esse prazer que eu tinha antigamente.
Eu não sei mais... não sei mais qual é a minha paixão. Não tenho certeza do que quero profissionalmente.
Hoje eu tava pensando na definição de sonho, esse sonho da vida, assim. Acho que é aquela coisa que a gente encontra e, por mais que seja difícil, que você tenha que ralar pra funcionar, pra acontecer o que é necessário, você trabalha, trabalha, fica cansado mas chega no fim do dia extremamente feliz e satisfeito.
Eu não sei mais o que é isso pra mim... e tá na hora de encontrar. Ou de reencontrar, vai que eu só esqueci e continua sendo a mesma coisa.
Eu achava que poderia me acomodar a alguma coisa, sabe? Sei lá. Talvez esteja cedo pra dizer isso, já que eu mal comecei meu caminho acadêmico. O mestrado está sendo bom pra eu perceber uma coisa: eu realmente NÃO quero mais matar animaizinhos. Não, eu quero lutar pela vida deles, e por isso eu quero trabalhar com reprodução de animais silvestres. Mas, ok, será que isso é suficiente? E se não fôr? E se o que me traz satisfação é realmente o resgate? Será que eu vou estar sempre destinada a ficar longe de tantas pessoas queridas, indo de lá pra cá, pra trazer essa satisfação? Será que isso é suficiente? Ou será que se eu escolher as pessoas queridas, eu vou ficar tão satisfeita quanto? Mais? Menos? Do que será que vale a pena abrir mão?
Não sei, mas tá na hora de descobrir. Quero encontrar realmente aquilo que me traz paixão em fazer, por mais trabalho que eu possa ter. Eu tenho uma noção do que seja, mas preciso perceber a fundo o que me faz me sentir assim, feliz profissionalmente. Ou mesmo se a felicidade de estar perto das pessoas importantes me traz a felicidade que quero e eu posso seguir profissionalmente algo que me satisfaça de forma diferente.
Acho que estou trilhando caminhos diferentes pra saber em qual vou ficar.
Primeiro vou pra esquerda, vejo como ele é, como me sinto. Depois pego o da direita, vejo como ele é e como me sinto. Depois volto para o meio e escolho uma direção pra permanecer.
Tenho a impressão de que as coisas estão seguindo essa lógica, aí. Estou com muitas dúvidas, mas só trilhando o caminho é que eu vou descobrir se ele vai ser bom.
Então eu percebi o que vai ser 2011. Para muitos por aí, vai ser o ano de realizações. Para mim, ele vai ser o ano de redescobertas. De decisões. De reencontrar minhas paixões. E para isso, preciso relembrar certas coisas.
É o que estou começando a fazer.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Amizades
Tava aqui conversando com o Breno e comecei a pensar no tempo de amizade que tenho com algumas pessoas. Só pra ter uma noção... vou escrever aqui as pessoas que ainda são minhas amigas que eu conheço faz tempo.
Breno e Nailton - Sagrada Família - 1995: 16 anos
Ana Elisa - Leonardo da Vinci - 1996: 15 anos
Chris e Marinho - Leonardo da Vinci - 1998: 13 anos
Hugo, Kim, Spice - Leonardo da Vinci - 2002: 9 anos
Tá... a partir daí já não ficam tantos anos assim de amizade.
Existem outras pessoas no meio, que de vez em quando aparecem, mas essas são as mais constantes.
Mas, caramba, 16 anos de amizade, 15, 13, é bastante né? =)
(Pensamento 2: estamos velhos... hehe)
E eu fico muito feliz que essas pessoas ainda façam parte da minha vida, mesmo que só um pouquinho! ^^
Breno e Nailton - Sagrada Família - 1995: 16 anos
Ana Elisa - Leonardo da Vinci - 1996: 15 anos
Chris e Marinho - Leonardo da Vinci - 1998: 13 anos
Hugo, Kim, Spice - Leonardo da Vinci - 2002: 9 anos
Tá... a partir daí já não ficam tantos anos assim de amizade.
Existem outras pessoas no meio, que de vez em quando aparecem, mas essas são as mais constantes.
Mas, caramba, 16 anos de amizade, 15, 13, é bastante né? =)
(Pensamento 2: estamos velhos... hehe)
E eu fico muito feliz que essas pessoas ainda façam parte da minha vida, mesmo que só um pouquinho! ^^
sábado, 15 de janeiro de 2011
Humanos são um câncer?
Pois é, ontem o Dr.Pepper postou uma tirinha que deu o que falar, sobre aquela coisa toda que tá rolando no Rio.
E eu achei essa tirinha FENOMENAL. E aí eu fiz o seguinte comentário no blog:
"Adorei!
Humanos são mesmo um câncer.
Isso dai é controle populacional da Natureza."
Enfim, aí rolou uma super discussão em cima do meu comentário, e eu achei que seria legal colocar aqui a minha opinião sobre isso (até porque aumentou o número de visitas aqui do blog ontem) de forma mais bonitinha.
Acho que todo mundo já ouviu falar da hipótese Gaia, não é?
"A hipótese Gaia, também denominada como hipótese biogeoquímica,[1] é hipótese controversa em ecologia profunda que propõe que a biosfera e os componenetes físicos da Terra (atmosfera, criosfera, hidrosfera e litosfera) são intimamente integrados de modo a formar um complexo sistema interagenteque mantêm as condições climáticas e biogeoquímicas preferivelmente em homeostase. (...) A Terra é uma interação entre o vivo e o não-vivo. Precisamos perceber que fazemos parte de um organismo vivo que se auto-regula e interage com os outros seres." - Via Wikipedia
Na minha visão pessoal, e sagrada (porque eu vejo os Deuses em tudo isso - mas essa é outra conversa), maremotos, terremotos, super tempestades destruidoras servem como o sistema imune da Terra.
Melhor que o câncer, vamos dizer que nós, pessoas, somos bactérias. Somos bactérias que, em equilíbrio no organismo, somos benéficas, mas que quando crescemos em proporções muito grandes, acabamos causando destruição. Bom, então, tempestades e ondas gigantescas, terremotos, coisas assim, são os "antibióticos" da Terra pra voltar a equilibrar as bactérias, porque assim a gente consegue causar coisas benéficas pra ela também.
Sabe, me incomoda um pouco as pessoas verem só um lado da questão. Cara, ok, é triste, um monte de gente morreu, é foda, mas faz parte da vida, gente. Ordem e Caos gerando equilíbrio. E eu diria a mesma coisa se tivesse pessoas queridas minhas na tragédia. Sim, eu ficaria bem mais triste, mas eu compreendo os motivos das coisas. E as pessoas também têm que perceber que elas são MUITO responsáveis pelas tragédias. Por quê?? Porque constroem coisas em qualquer lugar, do jeito que der. Porque ninguém tá nem aí pro meio ambiente, joga lixo nos bueiros e depois reclama de alagamento. Reclama que não tem saneamento básico, mas coloca no poder pessoas que não vão cuidar disso decentemente. Isso pra citar poucos problemas.
Eu sou humana e, como humana, reconheço as falhas e os problemas da minha espécie. Mas isso não significa que eu não fico parada ou mesmo que eu contribua com esses problemas, pelo contrário, eu procuro fazer algo de bom pra Natureza. Todo mundo tem direito de reclamar, mas pelo menos tenha a decência de fazer alguma coisa útil pro seu mundo. Até porque, galera, se a gente destrói a Natureza, quem acaba é a gente. O mundo fica aí e em milhões de anos tá novo, mas se a coisa continuar desse jeito, é a nossa espécie que vai acabar...
E eu achei essa tirinha FENOMENAL. E aí eu fiz o seguinte comentário no blog:
"Adorei!
Humanos são mesmo um câncer.
Isso dai é controle populacional da Natureza."
Enfim, aí rolou uma super discussão em cima do meu comentário, e eu achei que seria legal colocar aqui a minha opinião sobre isso (até porque aumentou o número de visitas aqui do blog ontem) de forma mais bonitinha.
Acho que todo mundo já ouviu falar da hipótese Gaia, não é?
"A hipótese Gaia, também denominada como hipótese biogeoquímica,[1] é hipótese controversa em ecologia profunda que propõe que a biosfera e os componenetes físicos da Terra (atmosfera, criosfera, hidrosfera e litosfera) são intimamente integrados de modo a formar um complexo sistema interagenteque mantêm as condições climáticas e biogeoquímicas preferivelmente em homeostase. (...) A Terra é uma interação entre o vivo e o não-vivo. Precisamos perceber que fazemos parte de um organismo vivo que se auto-regula e interage com os outros seres." - Via Wikipedia
Na minha visão pessoal, e sagrada (porque eu vejo os Deuses em tudo isso - mas essa é outra conversa), maremotos, terremotos, super tempestades destruidoras servem como o sistema imune da Terra.
Melhor que o câncer, vamos dizer que nós, pessoas, somos bactérias. Somos bactérias que, em equilíbrio no organismo, somos benéficas, mas que quando crescemos em proporções muito grandes, acabamos causando destruição. Bom, então, tempestades e ondas gigantescas, terremotos, coisas assim, são os "antibióticos" da Terra pra voltar a equilibrar as bactérias, porque assim a gente consegue causar coisas benéficas pra ela também.
Sabe, me incomoda um pouco as pessoas verem só um lado da questão. Cara, ok, é triste, um monte de gente morreu, é foda, mas faz parte da vida, gente. Ordem e Caos gerando equilíbrio. E eu diria a mesma coisa se tivesse pessoas queridas minhas na tragédia. Sim, eu ficaria bem mais triste, mas eu compreendo os motivos das coisas. E as pessoas também têm que perceber que elas são MUITO responsáveis pelas tragédias. Por quê?? Porque constroem coisas em qualquer lugar, do jeito que der. Porque ninguém tá nem aí pro meio ambiente, joga lixo nos bueiros e depois reclama de alagamento. Reclama que não tem saneamento básico, mas coloca no poder pessoas que não vão cuidar disso decentemente. Isso pra citar poucos problemas.
Eu sou humana e, como humana, reconheço as falhas e os problemas da minha espécie. Mas isso não significa que eu não fico parada ou mesmo que eu contribua com esses problemas, pelo contrário, eu procuro fazer algo de bom pra Natureza. Todo mundo tem direito de reclamar, mas pelo menos tenha a decência de fazer alguma coisa útil pro seu mundo. Até porque, galera, se a gente destrói a Natureza, quem acaba é a gente. O mundo fica aí e em milhões de anos tá novo, mas se a coisa continuar desse jeito, é a nossa espécie que vai acabar...
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Definições
Olha que legal: algumas horas depois de escrever o último post, fui continuar lendo o livro O Monge e O Executivo, de James C. Hunter, e lá tinha isso aqui:
- Uma vontade - Simeão explicou - é simplesmente um anseio que não considera as consequências físicas ou psicológicas daquilo que se deseja. Uma necessidade, por outro lado, é uma legítima exigência física ou psicológica para o bem estar do ser humano.
(...)
- Uma vontade - Simeão explicou - é simplesmente um anseio que não considera as consequências físicas ou psicológicas daquilo que se deseja. Uma necessidade, por outro lado, é uma legítima exigência física ou psicológica para o bem estar do ser humano.
(...)
Hierarquia das necessidades humanas, de Maslow
É claro que eu acho que não se resume a isso, e cada um tem necessidades particulares, mas é um ótimo local pra começar, né?
Adoro sincronicidades!
=)
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