domingo, 6 de março de 2011

As faces do Amor II

“Todos os atos de Amor e Prazer são meus rituais”, diz a Deusa.

Acho que ela quer me mostrar cada vez mais faces diferentes do Amor.

Um  Amor egoísta, um ciumento, um compreensivo, um carinhoso. Um Amor  que não precisa de nada, somente de sentir. Um Amor que entende e perdoa, que não consegue se desligar. Amor próprio. Amor  de amigo,  amor de amante, amor  por algo… poxa, é  Amor demais.

Nem todos eu consigo compreender. Penso nos amores  da minha vida… cada qual com sua partezinha especial, que não demonstram talvez da forma que  gostaríamos, mas  que, ainda assim, amam.

Amor pode ser complicado, né? É um sentimento que prende. É, eu acho, uma das  formas da esperança. Quando você ama, sempre espera algo melhor, mudanças,  reviravoltas. Amor faz a gente rir, chorar, sofrer. Amor, às vezes dói. Dói muito, mas a gente continua ali.

Amor faz a gente falar um monte de coisas e depois achar que exagerou… pra depois repensar e achar que talvez não…

E eu me  pergunto. Amor, por  si só, é suficiente? Quanto deveríamos nos esforçar por Amor? Até que ponto é um esforço tão grande que acaba não sendo natural?

Eu penso, e penso, e concluo alguma coisa. Aí depois, algo aparece, uma situação alheia, uma mensagem, e me faz repensar tudo, e achar  que as minhas  conclusões são infundadas. Depois eu mudo de novo, e penso e repenso, e não defino nada.

Mas eu ando percebendo cada vez mais que existe uma coisa extremamente importante em relação ao Amor: ele precisa ser nutrido e cuidado, preenchido. O Amor, para continuar vivendo, precisa de carinho, de paixão, de presença. Caso contrário… uma hora ele vai acabar morrendo.

E se tudo que restar dele forem  lembranças… será que é  suficiente?

Aileen Daw
06/03/2011

Agradecimentos a Naelyan Wyvern que me ajudou com as reflexões pro fim desse post =)

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Esperar, esperar, esperar...

Hum... faz um tempinho que não venho falar sobre meus  pensamentos, né?
Janeiro foi  um mês muito... movimentado dentro da minha cabeça.

Eu decidi algumas coisas que eu quero que aconteçam, mas  parece que a  lição da vez é essa:  Esperar. Paciência. Coisa que eu nunca, NUNCA gostei. Ahh, como  eu odeio esperar! E é justamente essa  ansiedade que já me fez estragar certas situações, mas... poxa, quando eu decido alguma coisa, eu quero aquilo AGORA! Depois... não, depois não serve!

Aí  eu decidi que quero fazer  aula de canto e de dança na Belas Artes. Mas  só começa em março.
Aí  eu decidi que quero  fazer estágio no CRAM. Mas só começa em março.
Aí eu decidi que preciso resolver algumas coisas. Mas só vou poder começar a ver isso no final de fevereiro.
Aí eu fui e paguei meu RPD, feliz, mas até isso os Deuses resolveram que é pra eu esperar.
Ô, caramba, que saco.

Fora que tem certas coisas que a distância atrapalha  muito. Quanto mais longe, mais eu penso, mais  eu penso bobeira. Mais  eu começo a achar impecilhos pras coisas, mais eu  começo a achar que  vai dar tudo errado... e o pior é que não tem  jeito de  resolver longe. Que saco, viu.

Só sei que eu tô louca pra esse mês chegar ao fim. A  última semana de fevereiro já vai ser melhor, porque  pelo menos posso fazer as inscrições no Belas  Artes. Nem preço eu consegui saber, porque ninguém atende o telefone naquele lugar. Saco, viu!

Mas  pelo menos eu estou mais otimista. Passei   o mês de janeiro mais triste com todas as dúvidas, mas agora em fevereiro comecei a agir da maneira  que  posso.  Programando um pouquinho do que posso (outra coisa que  eu odeio  é  não conseguir programar as coisas),  um  mini  pouquinho que dá pra eu  resolver agora. E  vou mexendo  meus pauzinhos nas coisas que dá.

Engraçado né, eu não senti nada de especial na virada do ano, e fui sentir só perto de Imbolc. Definitivamente, meu ano gira com a Roda Wiccaniana.

Mas que  é chato quando você define  as coisas  que quer e não pode fazê-las   na hora, é. Mas fazer  o quê?

Só esperar.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sobre sonhos

Sabe, eu ando pensando (ooh que  novidade =P).

Em 1999, eu descobri minha paixão por golfinhos. Isso virou meu sonho.
Em 2000, eu decidi que ia fazer veterinária e me especializar em algo marinho pra poder trabalhar com eles.
Em 2004, passei no vestibular  e fui morar em BH. Passei 5 anos e meio na faculdade, por vezes  me esquecendo do motivo inicial de tudo e pensando em outros caminhos.
Em 2008,  eu descobri o quanto eu  gosto de reprodução. E também o meu  gosto  enorme  por  resgate e reabilitação.
Em 2009, eu decidi unir  minhas paixões, golfinho e reprodução.
Em 2010, eu passei no mestrado e vim morar longe de muita gente importante pra mim por causa dessas  paixões. Acabei decidindo que ia ficar com a reprodução e deixar os golfinhos pra lá.

Em 2011...
Eu não sei  mais se trabalhar com golfinhos continua sendo meu sonho.
Eu não sei mais se trabalhar com resgate e reabilitação vai me dar esse prazer que eu tinha antigamente.
Eu não sei mais... não sei mais qual é a minha paixão. Não tenho certeza do que quero profissionalmente.

Hoje eu tava pensando na definição de sonho, esse sonho da vida, assim. Acho que é aquela coisa que a gente encontra  e,  por mais que seja difícil, que  você tenha que ralar pra funcionar, pra acontecer o que é necessário, você trabalha, trabalha,  fica cansado mas chega no fim do dia extremamente feliz e satisfeito.
Eu não sei mais o que é isso pra mim... e tá na hora de encontrar. Ou de reencontrar, vai que eu só esqueci e continua sendo a mesma coisa.

Eu achava que  poderia me acomodar a alguma coisa, sabe? Sei lá. Talvez esteja cedo pra dizer isso, já que eu  mal comecei meu caminho acadêmico. O mestrado está sendo bom pra eu perceber uma coisa: eu realmente NÃO quero mais matar animaizinhos. Não, eu quero lutar pela vida deles, e por isso eu quero trabalhar com reprodução de  animais silvestres. Mas, ok, será  que isso é suficiente? E se não fôr? E se o que me traz satisfação é realmente o resgate? Será que  eu vou estar sempre destinada a ficar longe de tantas pessoas queridas,  indo de lá pra cá, pra trazer essa satisfação? Será que isso é suficiente? Ou será que se eu escolher as pessoas queridas, eu vou ficar tão satisfeita quanto? Mais? Menos? Do que será que vale a pena abrir mão?

Não sei, mas tá na hora de descobrir.  Quero encontrar realmente  aquilo que me traz paixão em fazer, por mais trabalho que eu possa ter. Eu tenho uma noção do que seja, mas  preciso perceber a fundo o que me faz me sentir assim, feliz profissionalmente. Ou mesmo se a felicidade de estar perto das pessoas importantes me traz a felicidade que quero e eu posso seguir profissionalmente algo que me satisfaça de forma diferente.

Acho que estou trilhando caminhos diferentes pra saber em qual vou ficar.
Primeiro vou pra esquerda, vejo como ele é, como me sinto. Depois  pego o da direita, vejo como ele é e como me sinto. Depois volto para o meio e escolho uma direção pra permanecer.
Tenho a impressão de que as coisas estão seguindo essa  lógica, aí. Estou com muitas dúvidas, mas  só trilhando o caminho é que eu vou descobrir se ele vai ser bom.

Então eu percebi o que vai ser 2011. Para muitos por aí, vai ser o ano de realizações. Para mim, ele vai ser o ano de redescobertas. De decisões. De reencontrar minhas paixões. E para isso, preciso relembrar certas coisas.

É o que estou começando a fazer.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Amizades

Tava aqui conversando com o Breno e comecei a pensar no tempo de amizade que  tenho com algumas pessoas. Só pra ter uma noção... vou  escrever aqui as pessoas que ainda são minhas amigas que eu conheço faz tempo.

Breno e Nailton - Sagrada Família -  1995: 16 anos
Ana Elisa - Leonardo da Vinci -  1996: 15 anos
Chris e Marinho - Leonardo da Vinci  -  1998: 13 anos
Hugo, Kim, Spice - Leonardo  da Vinci - 2002: 9 anos

Tá... a  partir daí já não ficam tantos anos assim de amizade.
Existem  outras pessoas no meio, que de vez em  quando aparecem, mas essas são as mais constantes.

Mas, caramba, 16  anos de amizade, 15, 13, é bastante né? =)
(Pensamento 2: estamos velhos... hehe)

E eu fico muito feliz que essas pessoas ainda façam parte da minha vida, mesmo que só um pouquinho!  ^^

sábado, 15 de janeiro de 2011

Humanos são um câncer?

Pois  é,  ontem o Dr.Pepper postou uma tirinha que deu o que falar, sobre aquela coisa toda que tá rolando no Rio.




E  eu achei essa tirinha  FENOMENAL. E aí eu fiz  o seguinte comentário no blog:

"Adorei!
Humanos são mesmo um câncer. 
Isso dai é controle populacional da Natureza."

Enfim, aí rolou uma super discussão em cima do meu comentário, e eu achei que  seria legal colocar aqui a minha  opinião sobre isso (até porque aumentou o número de visitas aqui do blog ontem) de forma mais bonitinha.

Acho que todo mundo já ouviu falar da hipótese Gaia, não é?

"A hipótese Gaia, também denominada como hipótese biogeoquímica,[1] é hipótese controversa em ecologia profunda que propõe que a biosfera e os componenetes físicos da Terra (atmosfera, criosfera, hidrosfera e litosfera) são intimamente integrados de modo a formar um complexo sistema interagenteque mantêm as condições climáticas e biogeoquímicas preferivelmente em homeostase. (...) A Terra é uma interação entre o vivo e o não-vivo. Precisamos perceber que fazemos parte de um organismo vivo que se auto-regula e interage com os outros seres." - Via  Wikipedia


Na minha visão pessoal, e sagrada (porque  eu vejo os Deuses em tudo isso - mas essa é outra conversa), maremotos, terremotos, super tempestades destruidoras servem como o  sistema imune da Terra.

Melhor que o câncer, vamos  dizer que nós, pessoas, somos bactérias.  Somos bactérias que, em equilíbrio no organismo, somos benéficas, mas que quando crescemos em proporções muito grandes, acabamos causando destruição. Bom, então, tempestades e ondas gigantescas, terremotos, coisas assim, são os "antibióticos" da Terra pra voltar a equilibrar as bactérias, porque assim  a gente consegue causar coisas benéficas pra ela também.

Sabe, me incomoda um pouco as pessoas verem só um lado da questão. Cara, ok, é triste, um monte de gente morreu, é foda, mas faz parte da vida, gente. Ordem e Caos gerando equilíbrio. E eu diria a mesma coisa se tivesse pessoas queridas minhas na tragédia. Sim, eu ficaria bem mais triste, mas eu compreendo os motivos das coisas. E as pessoas também têm que perceber que elas são MUITO responsáveis pelas tragédias. Por quê?? Porque constroem coisas em qualquer lugar, do jeito que der. Porque ninguém tá nem aí  pro meio ambiente, joga lixo nos bueiros e depois reclama de alagamento. Reclama que não tem saneamento básico, mas coloca no poder pessoas que não vão cuidar  disso decentemente. Isso pra  citar  poucos problemas.

Eu sou humana e, como humana, reconheço as falhas e os problemas da minha espécie. Mas isso não significa que eu não fico parada  ou mesmo que eu contribua  com  esses problemas,  pelo contrário, eu procuro fazer  algo de bom pra Natureza. Todo mundo tem direito de reclamar, mas pelo menos tenha a decência de fazer alguma  coisa útil pro seu mundo. Até porque, galera, se a  gente destrói a Natureza, quem acaba é a gente. O mundo fica aí e em milhões de anos tá novo, mas se a coisa continuar desse jeito, é a nossa espécie que vai acabar...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Definições

Olha que legal:  algumas horas depois de escrever o último post, fui continuar lendo  o livro O Monge e O Executivo, de James C.  Hunter, e lá tinha isso aqui:

- Uma  vontade - Simeão explicou - é simplesmente um anseio que não considera as consequências físicas ou psicológicas daquilo que se deseja. Uma necessidade, por outro lado, é uma  legítima exigência física ou psicológica para o bem estar do ser humano.

(...)

Hierarquia das necessidades humanas, de Maslow



É claro que eu  acho que não se resume a isso, e cada um tem  necessidades particulares, mas é um  ótimo local pra começar, né?

Adoro sincronicidades!
=)

Desejo x Necessidade

Pra variar, ando refletindo bastante.  É sempre interessante  pensar na vida, né, mas de vez em quando isso pode ter efeitos meio... ahn... indesejáveis.

A minha reflexão mais constante anda nisso aí: a diferença de desejo e necessidade. Muitas vezes, a gente acaba confundindo esses dois. Afinal, você sabe  do que você realmente PRECISA? Você sabe diferenciar o que você PRECISA do que você DESEJA? E será que o que você DESEJA vai te dar o que você PRECISA?

Isso anda dando nós na minha cabeça, de vez em quando.  Mas esse tempinho que fiquei em Brasília foi bom pra isso também, pra perceber  um pouco disso aí.

Tentar diferenciar desejo e necessidade é muito  difícil, mas ajuda a responder questionamentos importantes. Você precisa de dinheiro, ou você quer  dinheiro porque precisa de estabilidade? Você precisa  morar sozinho, ou você quer morar sozinho porque precisa adquirir independência? E quanto ao Amor? Bom, eu acho que todo mundo precisa de Amor. Mas tá, e o que vem junto com o Amor, é só o desejo ou também é necessidade? Carinho, compreensão, atenção, confiança, presença...  você PRECISA da presença das pessoas que ama, ou só da atenção e da compreensão delas?

Do que você PRECISA pra viver? O que você QUER, mas não precisa? Você consegue diferenciar?

Eu ainda não consegui responder isso completamente. E vc?

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Novas Resoluções

Pois é. 2010 tá acabando. Todo mundo que lê meu blog já percebeu que provavelmente essa não é a minha virada de ano mais importante, né?

E eu, sinceramente, não boto muita fé nessa coisa de "no ano que vem eu vou fazer tal coisa". Por que não hoje? Por que não amanhã? Por que SEMPRE as pessoas falam "no ano que vem"?

Eu, não. Aliás, cada dia mais eu  penso nisso. E ontem  eu tive uma conversa muito legal com uma pessoa muitíssimo especial que me fez pensar mais ainda em como a gente coloca bloqueios pras coisas  que a gente quer e inventa motivos pra tornar as coisas impossíveis. E bom, não é no ano que vem que  eu tenho que  mudar, é nesse momento.

Então, eu tenho novas resoluções, mas não é pra 2011, é  pra a partir de agora:

- Parar de remoer situações passadas. Elas já se foram e não dá pra consertar, só dá pra fazer melhor a partir de  hoje.
- Fortalecer minha segurança e auto-estima. Eu tenho uma boa auto-estima, me sinto muito bem com o que sou hoje, mas preciso trabalhar a minha insegurança e parar de pensar bobagens.
-  Parar de querer controlar todas as variáveis. Ou talvez seria parar de ficar mal quando não posso controlá-las, já que eu realmente não posso controlar tudo ao meu redor. Aceitar isso melhor.
- Buscar um novo sonho. Hum... não sei se é essa a palavra. Eu sempre soube o que queria fazer profissionalmente, mas agora tudo mudou. Preciso descobrir o que quero mesmo depois que terminar o mestrado.
- Perseverança, paciência. Aceitar que as coisas nem sempre acontecem de imediato e é exatamente o esforço que faz com que a coisa tenha valor. Não desistir na primeira tentativa.
- Investir em música. Quero cantar  em uma banda, praticar piano decentemente, quero que as pessoas me vejam cantar. Essa minha viagem me mostrou como eu gosto disso, apesar do nervosismo. O nervosismo passa.

Bom, essas são as coisas que andam na minha cabeça nos últimos tempos, coisas que eu sei que preciso e quero trabalhar.

E Feliz 2011 pra  todos!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Férias!!!

É até estranho falar isso: férias!! Mas não deixa de ser: nada de FURG por 20 dias!
Eu me organizei pras coisas continuarem em ordem enquanto eu estiver fora, e amanhã estou partindo pra Brasília, e de lá para uma viagem com meus pais que tem tudo pra ser fantástica! E depois, uma semana em BSB!

Confesso, estou ansiosa desde o começo da semana. Os últimos dias aqui foram... sei lá. Desafiadores? Não sei se é essa a palavra. Sei que passei um pouco mais de uma semana confrontando um monte de coisas. O que provocou isso foi externo a mim, mas tudo que eu senti provavelmente foi desencadeado por meus pensamentos. Confrontei as minhas inseguranças e medos de uma forma  que não foi muito legal, não.

Eu, que hoje em dia me considero  muito segura de mim mesma, estou encarando justamente aquela partezinha que ainda não foi tratada... e é claro que isso é foda. E nos momentos com os amigos isso até fica mais tranquilo, mas como eles não estão comigo o tempo todo, o tempo que eu fico sozinha às vezes fica povoado de pensamentos desnecessários e minhas reações a eles. Então, o que eu fiquei ansiando  toda a semana foi estar com minha família de novo, os papos diferentes do meu pai, o carinho da minha mãe e as palhaçadas do meu irmão. Ir pra um lugar diferente depois de 11 anos que não fazemos uma viagem bacana. Coisas diferentes.

É isso, algo diferente. Tenho sentido falta disso. Sabe quando os dias passam, e não  tava fazendo diferença nem que dia da semana era? Eu via pessoas festejando a chegada da sexta-feira, e pra mim não tinha nada especial,  porque minha sexta-feira aqui é como qualquer outro dia da semana ou do mês. Uma vez ou outra a gente arruma alguma coisa diferente e legal, como foi nosso amigo oculto de quarta-feira (rendeu muitas e muitas risadas, como eu precisava!), mas, fora isso, eu não tinha muita coisa diferente pra ansiar e ficar empolgada.

E essa viagem vai ser exatamente isso, algo  pelo que eu estava ansiando e finalmente tá chegaaaando! Dias pra curtir um ambiente diferente, pessoas diferentes, acordar tarde sem peso na consciência, pra  ficar renovada e com um novo pique pra quando eu voltar pra cá.

É, acho que essa vai ser uma boa viagem! =)